
Me lembro de duas experiências distintas que tive com notebook. A primeira foi acerca de dois anos quando comprei um Toshiba com tela de 17” e uma configuração robusta. Quando chegou, via sedex, veio embalado em uma caixa de papelão com impressão em preto e branco, dentro da caixa haviam as coisas de sempre, muito isopor para proteger meu computador e os cabos presos com aqueles “negócios” que usam em padaria para fechar saco de biscoito.
A segunda experiência aconteceu há um ano quando comprei um macbook. A primeira surpresa foi quando a caixa chegou, uma caixa-maleta com impressão colorida e minimalista, apenas a foto do computador na capa, aberto e ligado e a logo da Apple. Para quem conhece um pouco de impressão e de custos sabe que isso é caro, muito caro. Dentro da caixa, a surpresa: nada de isopor. O MacBook vem milimetricamente aconchegado dentro da caixa, a medida que você vai retirando as coisas uma nova dobra se mostra e você descobre que os fios estão dentro de uma caixinha. Lindo, perfeito e a mais clara ideia do que era a obsessão de Steve Jobs pela perfeição.

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